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Glossário

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Hamburgo

Capital: Hamburgo
População: 1,754 milhão
Área: 755,16 km²
PIB em euros: 86,15 bi
www.hamburg.de


Heinrich August Winkler

O historiador, que desde 2007 é professor emérito de História Contemporânea na Universidade Humboldt de Berlim, é um dos eminentes cientistas alemães da História. Adquiriu renome internacional com a sua obra “O Longo Percurso para o Ocidente”.


Herfried Münkler

Prof. Dr. Herfried Münkler leciona Politologia e Filosofia Social na Universidade Humboldt de Berlim. Sua linha de pesquisa é a História das Idéias Políticas.


Hessen

Capital: Wiesbaden
População: 6,075 milhões
Área: 21.114,72 km²
PIB em euros: 204,28 bi
www.hessen.de


Holocausto

Denomina-se Holocausto a exterminação sistemática, com organização burocrática e perfeccionismo em escala industrial de seis milhões de judeus europeus. Também foram vítimas os sinti e roma, homossexuais e outros indivíduos considerados “indesejados” ou “indignos de viver” pelos nazistas. Dentro de um programa de extermínio inconcebível, seres humanos foram explorados, torturados, humilhados e assassinados em fábricas de morte e campos de concentração. Os assassinatos foram precedidos da imposição pela propaganda de uma ideologia racista e anti-semita, da progressiva privação dos direitos dos judeus, da expropriação de seus bens e da formação de guetos. Da realização do Holocausto participaram direta e indiretamente não somente todos os órgãos públicos, mas também as elites militares, industriais, bancárias, científicas e médicas.


I Guerra Mundial

A I Guerra Mundial (1914–1918) foi disputada no início entre o Império Alemão e o Império Áustria-Hungria de um lado e as forças da Tríplice Entente (Cordiale), formada pela França, Inglaterra, Rússia e Sérvia, do outro lado. No decorrer, outras nações da Europa, Ásia, África e América entraram no conflito, dentre elas os Estados Unidos, em 1917, cuja participação se tornaria decisiva. A guerra causou 15 milhões de vítimas fatais. O colapso militar do Reich Alemão foi seguido de convulsões políticas. Em decorrência da revolução, o Imperador Guilherme II abdicou da coroa em novembro de 1918. A monarquia cedeu lugar à república.


Igreja de São Paulo, 1848

A Revolução de Março, ocorrida na Alemanha entre março de 1848 e o verão de 1849, foi um levante democrático, burguês e nacional, semelhante às revoluções acontecidas na mesma época em grande parte da Europa. Foi uma primeira tentativa de criar um Estado nacional alemão livre e democrático. A Revolução Alemã obrigou a formação de governos liberais e a eleição de uma Assembléia Nacional constituinte que se reuniu na Igreja de São Paulo (Paulskirche), em Frankfurt do Meno. Até julho de 1849, o movimento foi sufocado pela força das tropas dos príncipes alemães e as antigas relações foram restabelecidas.


Igualdade de direitos

Na Alemanha, a igualdade de direitos é garantida pela Constituição, a discriminação em virtude do sexo quanto às condições de trabalho e à remuneração é proibida por lei e foram promulgadas várias leis para garantir os direitos da mulher. Além disso, a Alemanha empenha-se em garantir a igualdade de oportunidades para homens e mulheres, através de amplas redes de instituições estatais e não-governamentais. Com a introdução da questão do gênero (gender mainstreaming), a política da mulher foi integrada em todos os ministérios e unidades administrativas como tarefa-transversal. O governo assumiu dessa forma um papel ativo no estabelecimento de condições de vida iguais para os homens e as mulheres. Essas medidas estão surtindo efeito: segundo o índice GEM (Medida de Participação segundo o Sexo) das Nações Unidas, que mede a participação das mulheres na economia e na política, a Alemanha, ocupando o nono lugar, está entre os países melhores colocados no mundo.


II Guerra Mundial

Em 1° de setembro de 1939, às 4h45 da madrugada, sem declarar guerra, Hitler invadiu a vizinha Polônia. A Inglaterra e a França declararam então guerra à Alemanha. Começou assim a II Guerra Mundial, que custaria a vida de 60 milhões de pessoas. A maioria das vítimas, cerca de 25 milhões, foi da União Soviética. O malogro da estratégia da blitzkrieg nas portas de Moscou e a entrada dos Estados Unidos na guerra puseram fim à política inescrupulosa de expansão da Alemanha e seus aliados. Em 7 de maio de 1945, Karl Dönitz, o sucessor de Hitler, deu ordens para que o major-general Alfred Jodl, chefe do Estado-Maior da wehrmacht assinasse a capitulação total e incondicional da Alemanha no quartel-general dos aliados em Reims (França).


Imigração

A Alemanha já era, no século XIX, um país-alvo para um grande número de migrantes e tornou-se, desde a segunda metade do século XX, o país da Europa com o maior número de imigrantes. Em 1950, a porcentagem de estrangeiros no total da população da República Federal da Alemanha era de um por cento, ou seja, cerca de 500 mil. Isso mudou claramente. Hoje, 6,7 milhões de estrangeiros vivem na Alemanha, isto é, 8,2 por cento do total da população, dentre eles 2,4 milhões de cidadãos da UE. Um em cada cinco estrangeiros que vivem na Alemanha nasceu ali e pertence à segunda ou terceira geração de migrantes.


Inovações

No faturamento, auferido com novos produtos, a construção de automóveis encontra-se bem no topo. Do total do volume de negócios realizados com produtos inovadores da economia, 27 por cento foram efetuados só por ela. Em relação à totalidade do faturamento da indústria automobilística, as novidades de produtos perfazem 52 por cento. Os investimentos da economia alemã em inovação foram de 128 bilhões de euros, em 2008. Um quarto dos recursos foi investido pela indústria automobilística.


Integração européia

O processo de unificação européia é um dos objetivos centrais da política externa alemã. A Lei Fundamental já prescreve a participação da República Federal numa Europa unificada. Desde a adesão da Bulgária e da Romênia em 2007, a União Européia aumentou para 27 o número de Estados membros. Já foram abertas as negociações com a Croácia e a Turquia. A antiga República Iugoslava da Macedônia é candidata oficial e os outros Estados ocidentais da região dos Bálcãs são potenciais candidatos à adesão


Internacionalização

240 mil estudantes estrangeiros freqüentam atualmente uma instituição de ensino superior alemã, cerca de um em cada quatro já adquiriu seu certificado de admissão no ensino superior na Alemanha. Mas também 85 mil alemães estudam no exterior. Os países prediletos são a Holanda, Inglaterra, a Áustria e Suíça.


Investidores internacionais

As empresas estrangeiras apreciam o dinamismo do mercado alemão: cerca de 45 mil empresas internacionais estão radicadas aqui, dentre elas as 500 maiores do mundo. Em 2008, empresas estrangeiras investiram 17 bilhões de euros na Alemanha. No mesmo ano, o número de investimentos feitos na Alemanha cresceu 28 por cento para 390 projetos. Somente a empresa de telecomunicações espanhola Telefónica 02 Europe investiu entre 2007 e 2010 o total de três bilhões de euros na expansão da infra-estrutura de telefonia fixa e móvel na Alemanha. Dos grandes investidores faz parte também o produtor de chips californiano Advanced Micro Devices (AMD), que já investiu mais seis bilhões de dólares na expansão de sua fábrica de chips em Dresden. A Aabar Investments PJSC, um grupo de investimentos do Emirado de Abu Dhabi, passou a grande acionário da Daimler em 2009, adquirindo ações no valor de 1,95 bilhão.


Isaf

Desde 2002, o exército alemão participa da missão da Isaf (Força Internacional para a Segurança do Afeganistão). A ISAF uma missão militar. As decisões de abril de 1993 e junho de 1994 do Tribunal Constitucional em Karlsruhe possibilitaram a participação do exército alemão nesse tipo de missões. Desde dezembro de 2004, a Lei de Participação Parlamentar regulamenta as competências do Parlamento Federal nessa matéria. A Isaf apóia atualmente em nome da ONU o governo afegão a formar as forças de segurança, a proteger a população e a criar um ambiente seguro para a reconstrução do país.


Jo Groebel

O perito da mídia é diretor do Ins tituto Digital Alemão em Berlim. Prof. Dr. Groebel leciona Ciências da Comunicação na Universidade de Amsterdam.


Joachim Wille

editor de política e repórter do diário Frankfurter Rundschau.


Josef Janning

Cientista político e especialista em Europa – é diretor de estudos da usina de ideias de Bruxelas “European Policy Centre” (EPC).


Jürgen Hartmann

Professor Dr. Jürgen Hartmann leciona Ciências Políticas na Universidade Helmut Schmidt das Forças Armadas, em Hamburgo. Ele é autor de inúmeros livros didáticos e introduções nas mais diversas áreas das Ciências Políticas.


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