Vida no mundo conectado

Sempre on-line: tuitar, bater papo e surfar na internet fazem parte do dia a dia da maioria
Sempre on-line: tuitar, bater papo e surfar na internet fazem parte do dia a dia da maioria Timothy Fadek/laif
As grandes cidades são extremamente atraentes para os jovens.

Metrópoles modernas, montanhas com neve para se praticar esqui, ondas para surfar e uma boa rede de transportes: na Alemanha há muito para se descobrir e para se divertir no tempo livre. Um grande atrativo para os jovens adultos são as cidades grandes. Mesmo que “grande” seja relativo. Na verdade, há apenas quatro cidades na Alemanha com mais que um milhão de habitantes – são elas Berlim, Hamburgo, Munique e Colônia. Berlim é reconhecidamente “o” hotspot global para mentes jovens e criativas; mas mesmo as metrópoles menores, como Frankfurt am Main, Leipzig ou Düsseldorf, são cosmopolitas.

É perfeitamente normal que amigos, vizinhos ou colegas tenham nomes turcos, poloneses ou italianos. Quem quer se divertir tem inúmeras opções para sentar e bater um papo, ou para sair para dançar; “dicas secretas” existem em todas as cidades. Quem é vegetariano ou vegan acha tudo de que precisa. As academias muitas vezes ­ficam abertas 24 horas para quem quiser malhar; as lojas também ficam abertas até mais tarde do que em outros lugares. Como os caminhos nas cidades costumam ser curtos, a melhor forma de se locomover é montar em uma bicicleta. Nada de carro, sempre na bike – em muitas cidades, os jovens são responsáveis pela popularização das magrelas. Nas cidades universitárias, como Münster e Heidelberg, já existem edifícios garagem para bicicletas. E quem pensar em passear de carro, encontra ofertas de carsharing em todo lugar. A sharing economy é a marca da geração Z; ter não é tudo, também se pode compartilhar. Por isso as tecnologias digitais também representam um elemento importante para a organização diária. WhatsApp, Facebook, Instagram, Twitter – a maioria dos jovens estão perfeitamente conectados e dedicam muito tempo a isso: por volta de 80% acessam as redes sociais todos os dias, ou várias vezes durante a semana. No entanto, um em cada três adolescentes também vê os perigos que isso representa: 76% temem que a digitalização leve a um aumento do nível de estresse e 74% têm medo de uma violação de sua privacidade, segundo um estudo da YouGov em 2014.

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