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Específico fomento familiar

Através da licença familiar, do subsídio aos pais e de boas instalações para cuidar dos filhos, a Alemanha apoia as famílias e fortalece a participação igualitária na vida profissional.
Familientreff im Kindergarten
© dpa

As coordenadas também estão mudando nas estruturas dentro da família. As relações entre pais e filhos são geralmente boas e não são moldadas por padrões tradicionais ou autoritários de educação, mas sim pela participação, atenção, incentivo e educação para a independência. A proporção de mães de crianças em idade escolar, que trabalham fora de casa, era de 78% em 2018 (em 2006: 61%). Enquanto isso, mais de três quartos das mães trabalham em meio expediente, especialmente aquelas com crianças em idade pré-escolar. Em 2018, a cota de mulheres empregadas na Alemanha era de 76% – a terceira mais alta da UE.

A licença para os pais, introduzida em 2007, facilita a conciliação entre a opção de fundar uma família e o desenvolvimento profissional. A licença dos pais permite a ambos os parceiros se afastar do trabalho por até três anos. Durante esse período, eles recebem até 14 meses de um subsídio equivalente a 67% do último salário líquido – pelo menos 300, no máximo 1.800 euros – como garantia da subsistência.

O retorno antecipado ao trabalho compensa

75% dos alemães consideram o subsídio para os pais uma boa medida, quase todos aproveitam a oferta. Entretanto, cerca de 72% dos pais só tiram o período mínimo de dois meses de licença. Ainda são principalmente as mães que ficam em casa por períodos mais longos, após o nascimento da criança. Com a complementação do subsídio introduzida em 2015, o retorno precoce ao trabalho agora vale mais a pena para elas. Os pais que trabalham em meio expediente recebem apoio financeiro por até 28 meses.

Desde 1º de agosto de 2013, crianças a partir de um ano de idade têm o direito legal a uma vaga de em creche. Atualmente, mais de um terço das crianças menores de três anos – cerca de 829 mil crianças em 1º de março de 2020 – frequenta uma das 57.600 creches (Kitas) ou está sob os cuidados de uma das 44.800 pessoas qualificadas para cuidar de crianças pequenas. Desde 2006, o número de vagas em creches para menores de três anos aumentou em mais do dobro.